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Um site não abre: diagnosticar pelo Made4DNS

Do relato do assinante até saber de quem é o problema — origem, bloqueio, rede ou cache.

O chamado chega sempre igual: "o site X não abre". Ele pode significar cinco coisas completamente diferentes, e cada uma tem uma ação diferente. Esta página é o caminho mais curto entre o relato e o desfecho — quem tem de agir, você ou outra pessoa.

Todo o percurso é leitura: nada aqui altera configuração.

As ferramentas rodam do servidor, não da sua máquina

Tudo em Sistema → Ferramentas é executado a partir do servidor Made4DNS. É exatamente por isso que elas servem: o que importa no diagnóstico é o que o seu servidor enxerga, não o que o seu notebook enxerga.

Onde clicar, passo a passo

Sistema → Ferramentas
Sistema → Ferramentas

Treze ferramentas em duas fileiras de botões. Clicar num botão troca o formulário logo abaixo — a tela não muda de página, só de ferramenta. Ao abrir, o DIG já vem selecionado.

O que importa entender antes do primeiro clique: tudo aqui é executado a partir do servidor Made4DNS, não do seu navegador. É por isso que o resultado vale como prova: ele responde "o que o meu resolvedor enxerga", que é justamente a pergunta do chamado.

DIG: o primeiro teste, e como ler a saída
DIG: o primeiro teste, e como ler a saída

Aqui o DIG já rodou contra globo.com. Três coisas na saída decidem o desfecho:

LinhaComo ler
status: NOERRORO servidor resolveu. NXDOMAIN = o nome não existe; SERVFAIL = falha de resolução
ANSWER SECTIONA resposta em si. Aqui, globo.com. 17799 IN A 186.192.83.12 — o número do meio é o tempo de vida que ainda resta em cache
Query timeQuanto demorou. 16 msec é resolução normal; centenas de milissegundos já contam história

O campo Servidor DNS (opcional) está vazio — e vazio significa consultar este servidor. Preencha com 8.8.8.8 e rode de novo: comparar as duas saídas é o teste mais informativo da tela, porque separa "o domínio está quebrado" de "só aqui não funciona".

O selo verde OK e o tempo ao lado do comando são do processo, não da resposta DNS: dizem que a ferramenta rodou, não que o domínio está bom.

Diag. Autoritativo: um campo, um veredito
Diag. Autoritativo: um campo, um veredito

Um único campo — Domínio com problema — e o botão Diagnosticar. A caixa azul acima resume o que ele faz sozinho: descobre o autoritativo consultando um DNS público, testa se ele responde para este servidor e, se não responder, roda ping, traceroute e TCP/53 para apontar a causa.

É por isso que ele é o primeiro teste quando o DIG deu falha de resolução: a saída não é dado cru, é o veredito da tabela acima. Não estranhe a demora — com tempos esgotados no caminho, até 2 minutos é normal, e a espera é o próprio teste.

Porta: o teste de alcance, e a armadilha do UDP
Porta: o teste de alcance, e a armadilha do UDP

Host / IP, Porta e Protocolo, com atalhos prontos: DNS UDP/53, DNS TCP/53, DoT/853, DoH/443, HTTP/80, SSH/22. Use o atalho de TCP/53 primeiro.

A frase na caixa azul é o aviso mais importante da tela, e vale ler literalmente: em UDP, a ausência de resposta pode significar porta aberta ou filtrada. Um "sem resposta" em UDP não prova nada; em TCP, conectar ou não conectar é resposta de verdade.

Traceroute: onde o caminho morre
Traceroute: onde o caminho morre

Um campo só: o host ou IP de destino. Rode-o depois do teste de porta, nunca antes — ele responde "onde para", não "se chega".

O que você leva para a operadora é o último salto que respondeu. Se a perda for intermitente, o Traceroute vai enganar: ele é uma foto única. Nesse caso troque para o MTR, o botão ao lado, que acumula estatística por salto.

Propagação: comparar com o mundo
Propagação: comparar com o mundo

Domínio e Tipo, e a ferramenta consulta 12 resolvedores públicos espalhados pelo mundo em paralelo, comparando as respostas.

É o teste que fecha o desfecho 5. Se todos respondem igual e igual ao que você vê aqui, o DNS está certo e o problema é do cliente. Se uns respondem o valor novo e outros o antigo, é propagação em curso — normal por minutos, suspeito por horas.

Antes de concluir: veja se a rede de proteção está ligada
Antes de concluir: veja se a rede de proteção está ligada

DNS principal → Recursor, seção Recuperação automática de falhas (SERVFAIL). Neste servidor o interruptor está desligado, e a tela diz por extenso: Inativo — SERVFAILs não são interceptados.

Confira isso antes de concluir qualquer coisa a partir do DIG. Com o interruptor ligado, o Made4DNS refaz no DNS público toda consulta que ia falhar — então o DIG responde bonito enquanto a sua resolução própria continua quebrada. O sintoma some, a causa fica.

Repare também no Caminho rápido para domínios crônicos, marcado logo abaixo: os domínios que falham repetidamente passam a ir direto ao público. Essa lista, na aba Saúde do Dashboard, é o inventário do que está quebrado e ninguém percebeu.

Antes de começar

O nome exato

loja.example e www.loja.example são nomes diferentes e podem ter destinos diferentes. Peça o nome como o assinante digitou, não a descrição do site.

O endereço do assinante

Serve para separar "não abre para ninguém" de "não abre para este cliente". Sem ele, metade dos desfechos fica indistinguível.

Desde quando

Minutos, horas ou dias. Mudança recente aponta para publicação e cache; problema antigo e constante aponta para rede ou bloqueio.

Se a recuperação automática de falhas está ligada

Confira em Recursor. Ligada, ela muda o que você vai ver — o motivo está mais abaixo, e vale ler antes de tirar conclusão.

O primeiro teste: Diag. Autoritativo

Em Sistema → Ferramentas, o Diag. Autoritativo faz sozinho o que levaria vários testes manuais: descobre os servidores autoritativos do domínio consultando um DNS público, compara a resolução pública com a deste servidor, sonda cada autoritativo e emite um veredito.

Ele exige perfil de Operador ou Administrador e o alvo fica registrado na auditoria. Com tempos esgotados no caminho, o diagnóstico pode levar até 2 minutos — a demora é o próprio teste, não travamento.

Cada veredito já aponta o desfecho:

VereditoLeituraDesfecho
Tudo OKO autoritativo responde e este servidor resolve5 — cache do cliente
Causa LOCALO autoritativo responde, mas a resolução daqui falha2 — bloqueio ou política deste servidor
ROTEAMENTONem ICMP chega; o caminho morre no meio3 — a rede não alcança
FIREWALLO host responde, a porta 53 não3 — a rede não alcança
UDP/53 sem resposta (TCP abre)Filtro de UDP no caminho, ou serviço quebrado do outro lado3 — a rede não alcança
SEM ROTA localEste servidor não tem rota até nenhum IP do autoritativo3 — mas o lado a corrigir é o seu
AUTORITATIVO FORAA porta 53 recusa conexão1 — quebrado na origem
AUTORITATIVO MAL CONFIGURADO (lame)Responde, mas sem autoridade sobre a zona1 — quebrado na origem
AUTORITATIVO diz que o nome NÃO existeResposta com autoridade de que o nome não existe1 — quebrado na origem
Domínio NÃO resolve nem no públicoNão delegado, não registrado ou delegação quebrada1 — quebrado na origem
Sem NSO DNS público não devolveu nameserversConfira a grafia e o WHOIS
Causas MISTASCada nameserver falhou de um jeitoLeia o resultado servidor a servidor, na própria tela
RECUSADO: NS em IP privadoA ferramenta não sonda IP privado, de propósitoUse o DIG apontando o servidor manualmente

Cada veredito traz junto a evidência crua — as saídas de consulta, ping, traceroute e teste de porta — num bloco expansível. Ela é o que você anexa ao chamado quando precisa acionar outra equipe.

A árvore de decisão

Se preferir conduzir na mão, ou se o Diag. Autoritativo devolveu causas mistas, esta é a ordem que separa os desfechos com o menor número de testes:

O diagrama é o resumo visual — cada saída do primeiro teste leva direto a um desfecho. A lista logo abaixo traz o detalhe de cada ramo.

  • O DIG resolve o nome contra este servidor? (campo de servidor vazio consulta o próprio)
    • Sim, e a resposta é a esperada.
      • Compare com o mundo na ferramenta Propagação.
        • Consistente → o DNS está certo. O problema está no cliente, no equipamento dele ou no site em si. É o desfecho 5.
        • Inconsistente há poucos minutos → é propagação normal em curso. Aguarde.
        • Inconsistente há horas → problema de publicação do domínio: desfecho 1.
    • Sim, mas a resposta é diferente da esperada (endereço antigo, ou de bloqueio).
      • Endereço antigo → desfecho 5.
      • Resposta de bloqueio → desfecho 2.
    • Não resolve: volta domínio inexistente.
      • O DIG contra um DNS público também diz inexistente → o nome realmente não existe: desfecho 1.
      • O público resolve e só aqui dá inexistente → é bloqueio seu: desfecho 2.
    • Não resolve: volta falha de resolução (SERVFAIL).
      • Rode o Diag. Autoritativo e siga a tabela acima. Os desfechos possíveis são 1 (origem), 3 (rede) ou 4 (política e caminho).
    • Não resolve: a consulta simplesmente não volta.
      • Se nem o próprio servidor responde a nenhuma consulta, o problema não é este domínio. Comece pela aba Saúde do Dashboard.

Consulte o servidor e o mundo, lado a lado

O DIG tem um campo de servidor opcional. Vazio, consulta este servidor; preenchido com um DNS público, consulta o mundo. Comparar as duas respostas é o teste mais informativo da tela — é ele que separa "o domínio está quebrado" de "só aqui não funciona".


Desfecho 1 — o domínio está quebrado na origem

O nome não existe, expirou, perdeu a delegação, ou os servidores autoritativos dele estão fora do ar. Não é problema seu, e não há o que configurar aqui.

Como confirmar:

SinalOnde
Veredito de autoritativo fora, lame, NXDOMAIN com autoridade ou domínio não delegadoDiag. Autoritativo
O domínio não resolve em nenhum dos resolvedores públicos consultadosPropagação
Domínio expirado, sem servidores de nomes, ou em situação de bloqueio no registroWHOIS

O que fazer: registre a evidência e responda ao assinante que o defeito é do domínio, não da rede. Se o domínio é de um cliente seu, o caminho é o registrador ou o provedor de hospedagem dele.

Resista à tentação de "resolver" isso ligando o encaminhamento para um DNS público. Um domínio quebrado na origem continua quebrado em qualquer resolvedor — você só perde visibilidade sem ganhar nada. Veja o custo de cada paliativo em o servidor está saudável.

Desfecho 2 — o Made4DNS está bloqueando

O sintoma clássico: o mundo resolve e só o seu servidor não. Três mecanismos produzem isso, e eles se confirmam em telas diferentes.

MecanismoComo confirmarOnde resolver
Domínio numa lista de bloqueio, sua ou de terceirosVerificar na aba Domínios Customizados de Bloqueio de domínios, no modo ao vivoBloquear domínios — há a ação de desbloquear
Regra de limite de consultas alcançando o clienteA regra ativa cobre a faixa do assinanteAjuste o alvo, ou use a lista de liberados
DNSSEC quebrado do domínio, com a validação em modo EstritoAssinatura DNS inválida em Dashboard → SegurançaRecursor, seção de validação DNSSEC

O modo ao vivo é a única prova

A verificação rápida lê os arquivos de bloqueio; o modo ao vivo resolve de verdade. Um domínio pode estar numa lista e ainda assim responder, ou sair da lista e continuar bloqueado pela resposta guardada em cache. Só o teste ao vivo decide.

Depois de desbloquear, a resposta anterior continua guardada até expirar. Remova aquela entrada em Visualizar cache — não o cache inteiro.

Desfecho 3 — a rede não alcança os autoritativos

Aqui o DNS está certo e a rede é que não entrega. É o desfecho que mais depende de quem opera a rede, e o que mais exige evidência para acionar terceiros.

A sequência é sempre a mesma, e a ordem importa: Porta → Ping → Traceroute/MTR.

Porta

Teste TCP na porta 53 contra o IP do autoritativo. É o teste mais direto: se conecta, o caminho até o serviço existe.

O atalho de porta 53 já está na tela. Use TCP primeiro — em UDP, ausência de resposta não distingue porta aberta de porta filtrada, e o resultado é inconclusivo por natureza do protocolo.

Ping

Se a porta não conecta, o Ping separa dois mundos:

ResultadoSignifica
Ping responde, porta 53 não conectaO host está vivo e há firewall filtrando DNS no caminho
Nem o ping respondeO problema é roteamento: o caminho não chega até lá

Traceroute ou MTR

Mostra onde o caminho morre. O Traceroute dá a foto; o MTR acrescenta estatística por salto, que é o que revela perda intermitente — a que aparece e some, e por isso nunca aparece num teste único.

O último salto que responde é a informação que você leva para a operadora ou para o time de trânsito.

Confirme que o filtro não é seu

Antes de acionar o outro lado, confira o Firewall deste servidor. Um template restritivo aplicado sem os grupos certos produz exatamente o mesmo sintoma de filtro do lado de lá.

TCP abre e UDP não é um caso à parte

Quando a porta 53 conecta em TCP mas as consultas UDP não voltam, o problema é filtro de UDP no caminho — ou o serviço DNS quebrado do outro lado. Não é falha de rota, e o traceroute não vai mostrar nada de errado. O Diag. Autoritativo classifica esse caso separadamente.

Se a sonda apontar sem rota local, o lado a corrigir é o seu: normalmente o autoritativo só tem endereços IPv6 e este servidor não tem conectividade v6. Confira a rota padrão do servidor antes de acionar qualquer outra pessoa.

Com acesso ao terminal do servidor, os mesmos testes em linha de comando:

dig @192.0.2.10 loja.example A +norecurse
traceroute -n 192.0.2.10

Desfecho 4 — falha de resolução por problema de caminho

Este é o desfecho mais confundido com o anterior, e a diferença é útil: aqui o resolvedor está devolvendo falha de resolução (SERVFAIL) ao assinante mesmo quando parte dos autoritativos responderia.

Onde isso aparece:

SinalOnde olhar
Contador de Falha de resolução subindoDashboard → Visão Geral
Lista de domínios com falha de resoluçãoDashboard → Segurança
Timeouts Externos crescendoDashboard → Saúde
Análise de timeouts e falhas, no fim da aba SaúdeDashboard → Saúde

Se a falha atinge muitos domínios diferentes ao mesmo tempo, pare de investigar domínio a domínio: o problema é do próprio servidor ou da saída de internet dele. O roteiro é verificar a saúde do servidor, que também traz os paliativos para manter o assinante navegando enquanto a causa é corrigida.

A lista de domínios com falha de resolução traz uma ressalva na própria tela, e ela é literal: não é falha deste servidor. São domínios cujos autoritativos não responderam. Um punhado de nomes ali é normal na internet.

Desfecho 5 — resposta velha em cache

O DNS já está certo e alguém ainda vê o valor antigo. Há três caches possíveis no caminho, e eles se resolvem em lugares diferentes:

Onde está presoComo confirmarO que fazer
Cache deste servidorBuscar o nome em Visualizar cacheRemova aquela entrada, não o cache inteiro
Cache de resolvedores de terceirosPropagação: uns respondem o valor novo, outros o antigoNada a fazer: expira quando o tempo de vida do registro vence
Cache do cliente, do roteador dele ou do navegadorO DIG daqui responde certo e só a máquina dele erraOrientação ao assinante

O tempo de vida do registro é decidido antes, não depois

Não existe como forçar um resolvedor de terceiro a esquecer uma resposta. A prevenção é reduzir o tempo de vida do registro antes da mudança planejada, no Editor de registros, e voltar ao valor normal depois que ela assentar.


A recuperação automática de falhas esconde o sintoma

A Recuperação automática de falhas (SERVFAIL), no Recursor, intercepta as resoluções que falhariam e refaz a consulta em DNS públicos configurados. Se o público responde, o assinante recebe a resposta real em vez de um erro.

Para o assinante, isso é ótimo. Para o diagnóstico, é uma armadilha: o sintoma desaparece enquanto a causa continua lá. O domínio "volta a abrir" e ninguém investiga por que a resolução própria falhou.

O que muda no seu roteiro:

FerramentaCom a recuperação ligada
DIG contra este servidorPode responder normalmente — a resposta veio do público, não da sua recursão
Diag. AutoritativoContinua confiável: ele sonda os autoritativos direto e compara com a resolução local
Dashboard → SaúdeO bloco de recuperações de falha mostra quantas resoluções foram resgatadas

Por isso, quando o assinante reclama de algo que "às vezes funciona":

Abra Dashboard → Saúde e olhe o bloco de recuperações. Se ele estiver vazio, a função está desligada — a tela diz isso.

Veja a lista de domínios em caminho rápido: são os que falham cronicamente e passaram a ser resolvidos direto pelos públicos. Essa lista é um inventário do que está quebrado e ninguém percebeu.

Para cada domínio dessa lista, rode o Diag. Autoritativo e trate pelo desfecho — origem, rede ou política local. A recuperação é rede de proteção, não conserto.

Um volume alto e crescente de resgates é sinal de que a resolução própria está degradada, não de que a função está funcionando bem. O que fazer com isso está em o servidor está saudável.

Quando só um assinante é afetado

Se o DIG daqui resolve certo e o problema é de um cliente só, o DNS já foi descartado. Ainda assim, dá para confirmar de dentro do produto:

Filtre o endereço no registro de consultas e veja se as consultas daquele cliente estão chegando. Lembre que ele trabalha por amostragem — ausência não prova nada.

Confira se a faixa dele está na ACL de recursão. Recusa em volume vindo de endereços seus aparece em Dashboard → Segurança e se resolve em restringir quem usa o resolvedor.

Confira se alguma regra de limite de consultas alcança o endereço dele — principalmente se ele estiver atrás de endereço compartilhado.

Armadilhas

  1. Testar da sua máquina e concluir sobre o servidor. As duas coisas resolvem por caminhos diferentes. Use as ferramentas do produto, que rodam do servidor.
  2. Confundir "não existe" com "não resolve". Domínio inexistente e falha de resolução são respostas distintas e apontam para desfechos opostos.
  3. Ler "porta fechada" em UDP como prova. Em UDP o resultado é inconclusivo por natureza.
  4. Concluir pelo cache do cliente sem limpar o do servidor — ou o contrário.
  5. Esquecer a recuperação automática de falhas e concluir que está tudo bem porque o nome resolveu.
  6. Acionar a operadora sem a evidência. O bloco de evidência crua do Diag. Autoritativo e a saída do MTR são o que fazem o chamado andar do outro lado.

Depois do diagnóstico

Se o desfecho foiVá para
Bloqueio deste servidorBloquear domínios
Lentidão, não falhaO servidor está lento?
Falha ampla, muitos domíniosO servidor está saudável?
Outro sintomaÍndice de sintomas

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