DNS Docs

Verificar a conformidade KINDNS

Rodar os requisitos de boas práticas globais de DNS, entender cada resultado e decidir o que vale corrigir.

KINDNS é um conjunto de boas práticas publicado para operadores de DNS. O produto verifica os requisitos aplicáveis ao seu servidor e mostra, item a item, o que está atendido.

Verificar não altera nada

A checagem é opt-in e somente leitura: ela olha a configuração e reporta. Nenhum requisito é aplicado sem você mandar.

Onde clicar, passo a passo

Monitoramento → KINDNS
Monitoramento → KINDNS

Três abas: a adequação (o resultado), a documentação de cada requisito, e o contexto sobre o que é o KINDNS.

Verificar novamente
Verificar novamente

A checagem é refeita sob demanda. Rode depois de qualquer mudança relevante de configuração — o resultado guardado é do último exame, não do estado atual.

Ao lado, gerar relatório produz o documento com o resultado completo, útil para anexar a um processo de auditoria ou a uma proposta.

Ler o resumo — e o perfil
Ler o resumo — e o perfil

A barra mostra atendidos, parciais e pendentes sobre o total aplicável.

O detalhe que muda tudo está à direita: o perfil. Ele define quais requisitos se aplicam:

PerfilAvalia
RecursivoSó os requisitos de resolvedor
AutoritativoSó os requisitos de servidor de zonas
AmbosOs dois conjuntos

Perfil errado produz resultado errado nas duas direções: cobra requisitos que não se aplicam, ou deixa de cobrar os que se aplicam. Confira antes de tirar conclusão do número.

Requisito a requisito
Requisito a requisito

Cada linha tem o estado, o código do requisito e o que ele exige. Clicar abre a explicação e o que precisaria mudar.

Repare nas duas marcações à direita:

  • Aplicado — o produto configurou isso, e a checagem confirma;
  • Atestado — depende de algo fora deste servidor e foi declarado por um operador. O requisito de ter dois servidores de recursão, por exemplo, não é verificável de dentro de uma única máquina.

O estado parcial é o mais informativo: significa que existe configuração no caminho certo, mas não completa. É por onde começar.

O que fazer com o resultado

Confirme o perfil

Antes de qualquer coisa. Um servidor que só resolve não deveria ser cobrado por requisitos de zona.

Ataque os parciais primeiro

Eles costumam ser o menor esforço para o maior ganho: já existe algo configurado, falta completar.

Trate os pendentes por risco, não por quantidade

Fechar cinco requisitos cosméticos vale menos do que fechar um que deixa o servidor exposto. Vários deles têm receita própria nesta documentação — a ACL de recursão e a autorização de aparecem aqui e são as de maior efeito.

Rode de novo depois de corrigir

E gere o relatório para registrar o antes e o depois.

Armadilhas

  1. Perfil errado invalida a leitura do placar inteiro.
  2. Tratar o resultado como nota. Não é prova: é uma lista de riscos conhecidos, e nem todos se aplicam à sua operação do mesmo jeito.
  3. Confiar num resultado antigo. A checagem não roda sozinha a cada mudança.
  4. Ignorar os parciais por parecerem menos graves — costumam ser os mais baratos de fechar.
  5. Esquecer que atestado não é verificado: alguém declarou. Se a realidade mudou, a declaração continua lá.

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