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Protocolos Seguros

Ativar DNS criptografado para os assinantes — DoT, DoH e DoQ — e o certificado TLS que os três exigem.

Onde fica: DNS principal → Protocolos Seguros · rota /dnsdist Permissão: ler exige apenas login; alterar exige dnsdist

Configura o componente de borda, que é quem atende as consultas antes de repassá-las ao resolvedor.

Tela de protocolos seguros com os interruptores de DoT, DoH e DoQ e o estado dos requisitos
DNS principal → Protocolos Seguros

Não tem abas: são seções empilhadas.

Os três protocolos

ProtocoloO que éPorta
DoTDNS over TLS853
DoHDNS over HTTPS, caminho /dns-query443
DoQDNS over QUIC — suporte experimental853/UDP

O DNS padrão na porta 53 aparece como seção própria, sem interruptor: ele não pode ser desligado por esta tela.

Ordem obrigatória: certificado primeiro, protocolo depois

Ativar qualquer um dos três sem certificado TLS é recusado. Cada protocolo mostra seus requisitos como uma lista de verificação — certificado configurado, porta em escuta, e o utilitário de certificados instalado.

Depois de ligar, a porta só passa a escutar após reiniciar o serviço. Nesse intervalo, a verificação de porta mostra "Reinicie o DNSdist para aplicar" — é esperado, não é falha.

Com o protocolo ativo, a própria tela mostra como o assinante configura o cliente: o campo de DNS privado no Android, o perfil de configuração no iOS, e o ajuste equivalente no Linux. Para DoH, exibe a URL pronta do resolvedor.

Certificado TLS

Duas formas de obter:

BotãoQuando usar
Upload Cert + KeyVocê já tem um certificado emitido por uma autoridade confiável
Gerar Auto-assinadoLaboratório e testes

Certificado autoassinado inviabiliza o DoH na prática. O navegador recusa e não há como "aceitar mesmo assim", como acontece ao abrir um site. Para produção, emita em Let's Encrypt e volte aqui.

A seção mostra o nome do certificado, a data de expiração e um selo colorido conforme o prazo restante — vermelho abaixo de 15 dias, âmbar abaixo de 30.

Servidores de destino e métricas

Quando a interface de controle do serviço de borda está configurada, aparecem os servidores de destino com estado, contagem de consultas e latência.

Se ela não estiver configurada, um aviso oferece configurá-la automaticamente. Sem isso, as estatísticas em tempo real e os painéis de clientes e bloqueios mais frequentes ficam vazios — mas o DNS continua funcionando normalmente. É só perda de visibilidade.

Botões do topo

Restaurar padrão desliga DoT e DoH mantendo o DNS na porta 53 no ar. É o botão de resgate quando a configuração ficou quebrada.

Reiniciar aplica o que estiver pendente, com um breve intervalo sem resposta na porta 53.

Armadilhas

  1. Sem certificado, ativar qualquer protocolo é recusado.
  2. Depois de ligar, a porta só escuta após o reinício do serviço.
  3. Certificado autoassinado quebra o DoH no cliente.
  4. Em cluster, o liga/desliga replica como política, mas o certificado nunca viaja — ele é identidade do servidor. O parceiro só ativa se tiver certificado próprio.
  5. Adicionar um IP na interface interna (caso do anycast) não faz o serviço de borda escutar nele automaticamente. O assistente de anycast cuida disso; fora desse fluxo, ajuste em Recursor → IPs onde o DNS responde.
  6. Ler a tela exige apenas login, mas salvar exige a permissão dnsdist — um usuário sem ela veria os dados e falharia ao clicar.

Roteiro

Oferecer DNS criptografado aos assinantes.

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