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Sistema e rede

Debian 13, portas usadas pelo produto, endereçamento IP conforme o papel do servidor e acesso remoto para o suporte.

Sistema operacional

  • Debian 13 (Trixie), arquitetura x86_64 (amd64). É o sistema exigido pelo produto.
  • Instalação limpa, sem outro servidor DNS ocupando a porta 53 (bind9, unbound, dnsmasq, ou systemd-resolved em modo stub).
  • Acesso root, direto ou via sudo. O instalador recusa rodar sem root.
  • Acesso à internet para baixar pacotes (repositórios Debian e PowerDNS).

Debian 13 é requisito, não preferência. Outras distribuições — incluindo Debian 12 e qualquer Ubuntu — não fazem parte do ambiente suportado.

Portas

PortaServiçoExposição
53 UDP/TCPDNS padrão (DNSdist)Rede dos clientes
853 TCPDNS over TLS (DoT)Rede dos clientes (opcional)
443 TCPDNS over HTTPS (DoH), caminho /dns-queryRede dos clientes (opcional)
3000 TCPPainel de administração (HTTPS)Rede de gestão
22 TCPSSH (administração do servidor)Rede de gestão
5300 / 5301Auth e Recursor internosSomente localhost

Garanta também saída para a internet na porta 53: o Recursor precisa consultar os servidores autoritativos do mundo para responder o que não está em cache.

Endereçamento IP conforme o papel

O requisito de endereçamento depende do papel que o servidor vai exercer — veja Como funciona para a diferença entre os dois.

Se o servidor for…Requisito de endereçamento
Recursivo (resolver para os assinantes)IPv4 privado + SRCNAT atende sem problema. Não precisa de IP público para o serviço
Autoritativo (hospedar zonas próprias)IPv4 público obrigatório: os servidores DNS do mundo precisam alcançar o servidor diretamente

Em qualquer cenário:

  • IP fixo no servidor. Não usar DHCP.
  • O cliente precisa liberar DNAT para a equipe Made4it alcançar o servidor durante a instalação e o suporte: SSH (22) e painel web (3000).

On-premises ou nuvem

Para o papel recursivo, a recomendação é 100% on-premises, dentro da rede do provedor: o resolvedor precisa estar perto do assinante para entregar latência baixa, e é por ele que passa todo o tráfego DNS da base. Nuvem só faz sentido quando o servidor for exclusivamente autoritativo.

Formato: máquina virtual

Recomendamos sempre máquina virtual (Proxmox, VMware ou KVM). É mais fácil de gerenciar: permite snapshot antes de mudanças, ampliar CPU, memória e disco sem trocar hardware, e mover o serviço entre hosts.

Bare-metal funciona e tende a render igual ou mais, mas só indicamos quando o cliente já tem essa exigência.

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